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Aloysio Nunes é suspeito de receber doações ilegais

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de um inquérito sobre o ministro de Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB). Ele é suspeito de receber ilegalmente R$ 500 mil do grupo Odebrecht para financiar sua campanha para o Senado em troca de favores políticos. As investigações foram pedidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com base nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

Procurado, Nunes disse que as acusações são mentirosas e que comentaria a questão após ter acesso ao pedido de inquérito.

No caso do inquérito contra Nunes, os delatores são Arnaldo Cumplido de Souza Couto, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Carlos Armando Guedes Paschoal, Luiz Eduardo da Rocha Soares, Roberto Cumplido, Fábio Andreani Gandolfo e Pedro Augusto Ribeiro Novis.

Nunes está no mesmo inquérito que também pede a investigação do senador José Serra (PSDB) por supostas irregularidades no processo de licitação das obras do Rodoanel Sul que favoreceram a construtora Odebrecht, líder do consórcio vencedor do contrato.

De acordo com informações do documento, um grupo de construtoras combinava sua atuação na licitação para a construção do Rodoanel Sul para evitar a concorrência no processo. O grupo era formado por Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, Camargo Correa, Serveng Civilsan, OAS, Mendes Junior, Queiroz Galvão, CR Almeida, Constran e Odebrecht.

Esse grupo se reunia com a Dersa, concessionária de serviço público vinculada ao governo de São Paulo e que fez a contratação da obra, para solicitar ajustes no edital da licitação.

De acordo com os delatores, representantes da Dersa exigiram repasses ilegais do consórcio vencedor. A Odebrecht chegou a pagar R$ 2,2 milhões em favor da offshore Circle Technical Company Inc, que pertenceria a Amaro Ramos. Segundo o documento, ele é conhecido operador do Partido Social Democrático Brasileiro (PSDB).

Os delatores disseram que receberam uma solicitação para fazerem doações à campanha de Nunes ao Senado Federal. A Odebrecht dou R$ 500 mil, de forma não contabilizada, para a campanha de Nunes por meio do seu setor de Operações Estruturadas, que organizava o pagamento de propinas

“Na oportunidade, a Odebrecht estava enfrentando dificuldades em relação à Dersa, ocasião em que o ora Ministro de Estado solicitou auxílio no custeio de sua campanha ao Senado Federal, comprometendo-se, em contrapartida, a auxiliar na negociação dessas questões”, relata o inquérito.

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