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 Capitão Constantino Santoro é sepultado com honras militares

  • Danilo Liévana de Camargo –

O Capitão Constantino Santoro foi sepultado na tarde deste domingo, às 16h. O militar aposentado faleceu neste sábado (15) às 23h45, aos 91 anos. Ele era viúvo da senhora Almira Santoro e deixa os filhos; Carlos Alberto (in memorian), Carlos Alcir e Rosa Maria Santoro Tedde.

O Capitão Constantino Santoro foi velado na madrugada deste sábado e durante e durante este domingo seu corpo esteve sob a guarda dos cadetes do TG 02-088, sob o comando do chefe de instrução sargento Heroíto Gomes.

Às 16h, o caixão do Capitão Constantino foi carregado pelos militares para o Cemitério Municipal. Próximo ao sepulcro, os militares realizaram as três salvas de tiros, logo após foi musicalizado o Toque de Silêncio e o militar foi sepultado.

 

Quem foi o Capitão Constantino Santoro

Santoro foi um dos fundadores da Sociedade Espírita Beneficente “Bezerra de Menezes” e por 33 anos esteve a frente da entidade, ele também realizou em Votuporanga a instalação do Tiro de Guerra.

Capitão Santoro poderia ser definido como um homem de origem humilde e de pouco estudo que, diante de uma necessidade profissional e a paixão pelo aprender, construiu seu próprio saber ao longo dos anos.

Filho de imigrantes italianos, cujos pais tiveram 12 filhos, seus estudos deram lugar ao trabalho ainda muito cedo. Somente após ingressar na carreira militar, já com 18 anos, é que o jovem soldado passou a buscar o conhecimento de maneira autodidata. Para isso, utilizava-se dos livros que ganhava, para produzir, principalmente, os discursos proferidos durante as comemorações cívicas.

 

Numa entrevista ao Diário de Votuporanga concedida em fevereiro de 2016, por ocasião do lançamento do seu 5º livro, o Capitão Santoro disse, “Minha alegria hoje está em saber que tudo o que construí durante a vida não será descartado com minha morte. Eu tinha essa preocupação. Esses livros me ajudaram a ser o que sou e sei que eles ainda podem ajudar a muitas outras pessoas”, afirmou emocionado. Naquela semana ela doava todo seu acervo literário compilado em décadas, a biblioteca da Unifev.

Para a psicóloga Rosa Maria Santoro Tedde, 55 anos, filha do militar: “Ele era exemplo não só para nós, como para todas as pessoas que o conheceram. Meu pai nasceu em São José do Rio Preto, mas sempre abraçou com muito amor e carinho as cidades onde viveu, como Ouro Fino, em Minas Gerais, e Votuporanga. Inclusive, ele recebeu o título de cidadão honorário desses dois municípios, porque sempre foi muito envolvido com as causas sociais da comunidade”, contou. (FOTOS Danilo Liévana de Camargo)

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