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Insanidade

  • Denize do Nascimento Gonçalves –

Caro leitor, você já se viu em  situação de repetir, várias vezes, as mesmas coisas, acreditando que vai conseguir um resultado diferente?

É mais do que comum repetirmos os mesmos conselhos para alguém que queremos ajudar, a fim de vê-lo mudar de atitude e viver bem a partir do nosso conselho.

Outras vezes, acreditamos que a crítica perseverante há de tocar e modificar este ou aquele hábito negativo em alguém e  que não condiz com o que pensamos ser o melhor para ele.

Chegamos, tantas vezes, a repetir, os mesmos conselhos, as mesmas críticas, os mesmos apontamentos acreditando que sairemos vencedores da empreitada de ajudar o outro.

Albert Einstein(1879-1955) foi um físico e matemático alemão que muito vem contribuir com nossa reflexão quando enunciou uma das definições em torno da insanidade. Ele disse que  “Insanidade é fazer a mesma coisa, vezes seguidas, esperando obter um resultado diferente.”.

Ora, então estamos sendo insanos em nossa forma de viver, de pensar e de agir frente às situações repetitivas do dia a dia?!

Pensemos. Segundo o dicionário Aurélio, insanidade é falta de juízo, de senso; o insano é insensato, demente, excessivo, árduo, custoso, enfim, se estas são características daqueles que repetem, incessantemente, as mesmas atitudes pensando obter um resultado diferente, meu Deus,  somos mesmo insanos?!

Onde está, então, a falha neste processo, senão em nós?! Mas, por que nós – você, caro leitor, pode perguntar?! Porque, de forma inconsciente queremos modificar o outro que, por alguma questão, incomoda-nos. Ponto. Vemos, como já nos disse o Mestre Nazareno, o cisco no olho do nosso irmão, mas não vemos a trave no nosso olho. A trave que se chama orgulho; aquele mesmo que nos dá a falsa sensação de superioridade sobre os outros, todas as vezes que aconselhamos ou criticamos alguém, principalmente quando não fomos solicitados.

Sendo assim, faz-se necessário refletirmos em torno de nós mesmos, nós que ainda repetimos a mesma coisa acreditando que vamos obter um resultado diferente; nós que temos sido considerados por aqueles que convivem conosco como excessivos, árduos e custosos pela própria questão que nos adverte Einstein.

Certamente, se analisarmos nossa conduta infeliz do dia a dia e modificarmo-las, certamente, além de desenvolvermos a nossa inteligência emocional, conquistaremos o carinho, o respeito e a gratidão daqueles que estão conosco nesta viagem terrena pouco ou nada voltada para o turismo, mas para a aprendizagem máxima que alcançarmos na escola plena de convivência.

  • Denize do Nascimento Gonçalves
  • Psicopedagoga e Profª de Redação
  • É colaboradora deste Diário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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