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Bastidores por A. C. Camargo

 

 

 

 

Pé no freio

Entre aspas

 

 

 

José Simão em sua coluna na Folha de S. Paulo:

“110 km por hora marcam as autoridades, o excesso permitido da velocidade. 80 a 90, a nosso ver é o racional a todos nós alcançarmos o destino almejado”.

 

Esta semana termina com uma sensação, a de que o mundo virou de ponta cabeça no cenário político. Na terça feira uma série de acontecimentos provocou abalos terríveis e deixou a sensação de perda de rumo para muitos políticos do primeiro escalão ou que estiveram no primeiro escalão. Comecemos por Aécio Neves, que esteve perto de ganhar a eleição de 2014 contra Dilma Rousseff. A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal aplicou-lhe a pena de suspensão do mandato senatorial, fato que provocou surpresa e indignação entre seus pares.

 

Meia prisão

O pedido de prisão, formulado pela Procuradoria Geral da República ainda no tempo de Rodrigo Janot, não foi aprovado. Por inteiro, porque na prática a pena foi aplicada parcialmente. Ele tem que se recolher à noite em sua residência, teve que entregar o passaporte, enfim, “meia prisão”.

Divergências

Mas, há opiniões que se chocam a esse respeito, até mesmo dentro do próprio STF. Os ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes defendem que o Legislativo pode rever o afastamento, assim como o faz em caso de prisão. Para o advogado Gustavo Badaró “não é correto afirmar que o recolhimento domiciliar noturno imposto ao senador Aécio Neves equivale à determinação de sua prisão. Logo, não há que se cogitar de aplicação do parágrafo 2.º do artigo 53 da Constituição: ‘Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável”. A discussão é tensa e a decisão do Senado ficou para terça feira.

Deu-se mal

Ainda na terça feira que passou o tiro saiu pela culatra para José Dirceu, o todo poderoso no primeiro governo Lula. Seus advogados recorreram da sentença de prisão, de 20 anos, que lhe foi aplicada pelo juiz Sérgio Moro. O Tribunal de Porto Alegre não só não reformou a pena, como a ampliou para 30 anos.

Carta brava

E não foi só isso que marcou a terça feira. O também ex-todo-poderoso dos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci, enviou carta ao diretório nacional do PT pedindo sua desfiliação do partido e os termos por ele usados atingiram novamente em cheio o ex-presidente Lula. Palocci hoje é considerado traidor, nome proibido de ser pronunciado nas hostes petistas.

Coisa brava

Vem embate por aí. O prefeito João Dado, em entrevista à Clube FM quarta feira disse que se o seu veto à lei que autoriza a venda de bebidas nos food truck for derrubado pela Câmara baterá às portas do Judiciário para manter sua decisão. O vereador Hery contesta, afirmando que não há inconstitucionalidade nenhuma na iniciativa. O primeiro impacto desse imbróglio foi o pedido de desligamento da função de líder do prefeito na Câmara apresentado por Hery. Pelo que se sabe, vem mais coisa por aí.

Coisa & Tal

O ministro Gilmar Mendes recomendou a seus colegas do STF que “calcem as sandálias da humildade” par julgar o caso que envolve Aécio Neves. Mas logo ele?

Pé no freio

“110 km por hora marcam as autoridades, o excesso permitido da velocidade. 80 a 90, a nosso ver é o racional a todos nós alcançarmos o destino almejado”.

Entre aspas

José Simão em sua coluna na Folha de S. Paulo:

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