Powered by free wordpress themes

Home / Opinião / Justiça, de quem? Para quem?

Powered by free wordpress themes

Justiça, de quem? Para quem?

  • Matheus Camargo –

Justiça, justiça foi a palavra mais utilizada nos entraves políticos debatidos nas últimas semanas. Esta, que por sua vez, aparece  mais desacredita dentro das fronteiras do País tupiniquim, devido seu largo acervo de falcatruas em prol de governantes mascarados, que escondem atrás de sorrisos maléficos, a sinfonia mais transtornada de um pianista após seu trago de uísque em uma noite gélida, acompanhado de gargalhadas maquiavélicas.

A doença do Estado vem sido acompanhada ha tempos, mas mesmo o maior dos conspiracionistas não seria capaz de identificar o tamanho da lambuja que seria visto em nosso território. O sentido do desandar foi refinado, a ponto do próprio relinchar dos cavalos arrepiar os ocupantes das carruagens e assim, como nos contos lúdicos, vislumbrou o povo defasado preso em âmbito de escuridão.

A escuridão é sentida quando em âmbito holístico, percebemos a gravidade dos fatos e os resultados produzidos pelas mesmas, em que os criminosos no mais alto escalão de poder, tem seu sentido ignorado, provando não só que a justiça no Brasil é cega, mas também é surda, muda e burra, a ponto de declarar amor aos infiéis, exercendo em suas jurisdições políticas de “Corno Manso”.

“A justiça é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem”. (Epicuro)

Os casos de amor entre nosso ministro Gilmar Mendes, e os ocupantes dos mais altos cargos da esfera de poder coloca em cheque o tabuleiro de qualquer crédulo de mudança nos pilares de nossa sociedade, o que produz uma incessante duvida: Se nas brigas “democráticas” e racionais a reestruturação do Estado fica apenas na conversa, será necessário condenar “Luís XVI” e a aplicação da selvageria em prol do verdadeiro apelo racional das instituições?

“Nunca se deve deixar que aconteça uma desordem para evitar uma guerra, pois ela é inevitável, mas, sendo protelada, resulta em tua desvantagem.” (Maquiavel)

O povo deve se unir, e acima de qualquer diferença observar seu inimigo real, aquele que desenvolve as avenidas que serão responsáveis por toda produção de sua existência. Só cabe ao povo a destituição dos produtores de miséria, produtores estes que são detentores de poder.

A revolta deve ser conduzida pelo luto diretamente aos mercenários, que lutam por si e não por seu compatriota, este que quando ouvir o grito ecoante, rouco e amargurado sentirá um desconforto agraciado por um calafrio penetrante, pois saberá que está fadado ao fracasso; Afinal a luta de um povo só termina após sua ascensão vitoriosa.

Um ótimo final de semana a todos, e um forte abraço!

 

Matheus Camargo – Presidente do Rotaract Club de Votuporanga

Além disso, verifique

Votuporanga – celeiro de grandes homens

Encarnação Manzano (foto Diário de Votuporanga) Por Ivan Jordão – Ainda com a inspiração que …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.