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Deficientes ou eficientes: A luz é para todos

Horácio Delalibera –

A vida de uma pessoa portadora de deficiência física não é nada fácil. Se para pessoas sem qualquer problema físico, o dia-a-dia já é uma experiência estressante, imagine para quem depende de adaptações ou da ajuda de terceiros para se locomover! São muitos, aliás, os obstáculos enfrentados pelas pessoas portadoras de deficiência de ordem social, política, econômica e cultural e não só os do cotidiano distanciando-os bastante de conseguirem chegar ao ideal pretendido pela participação plena de igualdade.

Isto porque o ponto crucial da questão estaria na relação entre o indivíduo e uma sociedade com padrões definidos, que alimenta a separação, ao tratar de forma inadequada os limites e as diferenças do outro.

A anomalia se instala, quando não é dado um mínimo de condição às pessoas portadoras de deficiência física de exercer o convívio em comunidade, incluindo aí aspectos fundamentais na vida de qualquer um, como educação, trabalho, habitação, segurança econômica, transporte com ônibus com adaptações corretas, rampas nas calçadas, entradas de lojas, bancos com rampas sem curvas que atrapalham com muletas, bengala, como também complica a vida dos cadeirantes. Bom ressaltar que as pessoas portadoras de deficiência reivindicam a eliminação dos impedimentos a uma vida normal o simples ir e vir, por exemplo, da mesma maneira que não esperam nenhum tipo de piedade. Esta via de conduta, inclusive, seria para eles algo ruim, uma vez que enfatiza o preconceito e estimula a exclusão, ao invés de inserilos no meio social. Acabam sendo tratados, assim como um problema e não como cidadãos que possuem seu potencial criativo de produção. As pessoas deficientes só desejam uma coisa de nós, sociedade: oportunidades e tratamento iguais. Nossa sociedade ainda não está preparada para tratar dos limites e diferenças do outro. E os deficientes físicos são pessoas que sofrem muito com isso. Quando a sociedade não dá o mínimo de condições para que pessoas portadoras de deficiências físicas exerçam sua cidadania. O desrespeito a essas condições básicas é considerado crime perante a justiça. Negar emprego sem justa causa, não aceitar matrícula de um aluno deficiente são crimes que podem levar até quatro anos de prisão. Os deficientes pagam seus impostos e também votam, por isso também devem ter seus direitos respeitados. ¨Tem gente que não anda ou não se move. Tem gente que anda, mas prefere ficar no mesmo lugar¨. Vamos respeitar as diferencas¨. Fonte: UFGNET e diversas- Horácio Delalibera – horaciodelalibera@bol.com.br

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