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Médica da Santa Casa orienta sobre H1N1 e H3N2

Dra Regina Silvia Chaves de Lima participou do programa Dica de Saúde, na rede social, e esclareceu sobre as doenças

 

Com a chegada dos dias mais frios, é esperado que o vírus Influenza, causador da gripe, comece a circular com mais intensidade neste ano. Além do tipo H1N1, alguns estados do Brasil já registraram os primeiros episódios de infecção pelo H3N2, uma versão que, só nos Estados Unidos, infectou mais de 47 mil pessoas no último surto e provocou diversas mortes, principalmente de crianças e idosos.

Para orientar a população, a médica infectologista Regina Silvia Chaves de Lima foi convidada para o programa Dica de Saúde desta quarta-feira (11/4), na rede social. Dra Regina contou que a causa básica da doença é a presença do vírus. “A gente entra em contato através da respiração. Uma pessoa infectada quando tosse e/ou fala, as gotículas atingem as demais que desenvolvem a doença”, afirmou.

Ela contou que os casos mais graves estão relacionados com a imunidade. “A Influenza fica mais agressiva com a imunidade baixa. São dois extremos de saúde, de resposta imunológica: na baixa idade e os idosos, que são mais acometidos”, complementou.

Sintomas

A médica explicou que toda gripe começa de forma igual, com febre baixa, dores no corpo, indisposição e mal-estar no primeiro dia. “Já no segundo, há coriza, irritação na garganta e tosse seca. Na evolução natural, no quarto para quinto dia, o organismo produz anticorpos. Já no quadro grave de H1N1, a partir do quarto dia, notamos cansaço, falta de ar, que evolui a insuficiência respiratória”, disse.

Ela afirmou que os casos que evoluem com gravidade são hospitalizados. “Uma vez que vem para Santa Casa e é hospitalizado com quadro, notificamos para H1N1 e coletamos exame. O paciente fica isolado, tomando medicação específica”, complementou.

Tratamento

O tratamento é feito com droga específica – Tamiflu. “É indicado para casos graves. Se existe fator de risco, a unidade básica de saúde está autorizada a receitar e medicar. Pacientes com potencial maior para desenvolver em forma grave, como gestante, pessoas com doenças respiratórias crônicas, idosos, HIV, começam tratamento para não evoluir”, disse.

Dra Regina ressaltou que a melhor prevenção é a vacina, que não tem contraindicação. “Todo ano tem que fazer reforço. Os casos graves da região foram de pessoas não imunizadas. A dose contempla H1N1 e H3N2 nos últimos anos, mas aqueles que não receberem a vacina estão expostos e podem desenvolver casos graves e virem à óbito”, finalizou.

 

 

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