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Bastidores

Por A.C. Camargo

Não houve surpresa. Confirmou-se aquilo que já era esperado, a bem, da verdade desde quando o processo foi instaurado pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. E por ampla maioria de votos. O advogado Hery Katwinkel não exerce mais o cargo de vereador na Câmara Municipal de Votuporanga. A cassação de seu mandato foi determinada por 11 votos contra três, e uma surpreendente abstenção. Dois posicionamentos surpreenderam: o voto dado contra a cassação pelo presidente da Casa, vereador Osmair Ferrari e a abstenção do vereador Émerson Pereira.

O depois

Hery Katwinkel promete que o processo não foi encerrado na noite de segunda feira (14). Segundo ele, a novela continua e o próximo capítulo será desenrolado em outro endereço, no Judiciário. Ele vai recorrer da decisão de seus colegas pedindo a anulação do processo por uma série de vícios formais, já alinhavados pelos seus advogados.

Como fica

Antonio Alberto Casali, cujo partido fazia parte da coligação a que estava também a sigla do vereador cassado, assumiu imediatamente a vaga, prometendo que vai “desenvolver um trabalho ativo em favor da população”, como seria de se esperar. Casali vinha trabalhando ultimamente como diretor de um dos departamentos da SAEV – Superintendência de Água e Esgotos de Votuporanga.

A Ação

Quanto ao Dr. Hery, como ele é mais conhecido, sua busca inicial será a de obter uma liminar na Justiça reintegrando-o no cargo. Seus advogados entendem que isso possa ser obtido. Depois é dar sequência ao processo, percorrendo todos os caminhos legais possíveis, se necessário. O suspense continua.

Público

Esperava-se uma presença maior de público na sessão de anteontem, mas o número registrado esteve aquém da expectativa. Mesmo assim, parte daqueles que lá compareceram se manifestaram contrários à cassação, exibindo cartazes com frases ofensivas aos vereadores que votariam favoravelmente àquilo que acabou acontecendo, a condenação do Dr. Hery.

Nem sim, nem não

Como dito acima, causou impacto a atitude assumida pelo vereador Émerson Pereira. Apesar de ele nunca ter anunciado previamente o voto que daria, na apreciação geral é de que ele se somaria àqueles que votariam contra. Émerson preferiu lavar as mãos, abstendo-se de votar, o que contraria sua atuação sempre determinada, seja a favor, seja contra. Não agradou nenhum dos dois lados com esse posicionamento.

Coisa & Tal

As posições assumidas por Osmair e Émerson repercutiram de imediato. Um advogado da cidade confidenciou a este colunista logo ontem de manhã: “Eu votei no Osmair, mais em razão de seu irmão, meu colega Adelino Ferrari. Não voto mais” . Outro cidadão foi mais duro: “Não entendi porque o Émerson deu uma de Pilatos”.

Entre aspas

Frase extraída do blog do jornalista Josias de Souza:

– Dando-se crédito à pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira, a candidatura de Geraldo Alckmin foi transferida da enfermaria para a UTI.

Além disso, verifique

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