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Igreja celebra o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais

No último domingo (13), a Igreja celebrou o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que neste ano teve como tema: “A verdade vos tornará livres. Notícias falsas e jornalismo de paz”. Em Votuporanga, a data foi celebrada com a Santa Missa em Ação de Graças pela vida e trabalho dos jornalistas e comunicadores, no domingo, às 7h30, na Catedral, presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e concelebrada pelo padre Gilmar Margotto.

A celebração contou com a presença de jornalistas e comunicadores de nossa cidade e foi transmitida ao vivo pela TV Unifev, TV Web e 87,9 FM. O Dia Mundial das Comunicações Sociais é celebrado anualmente na Solenidade da Ascenção do Senhor.

Aos jornalistas presentes, Dom Moacir e padre Gilmar agradeceram a boa relação entre a Igreja e a imprensa e os convidou a serem comunicadores da Boa Notícia, sempre primando pela ética e o respeito ao ser humano em todas as reportagens.

No ofertório, foram apresentados instrumentos utilizados pelos jornalistas como: celular, computador, jornais, revistas, livros, câmeras, rádios e microfones. Ao fim da celebração, Dom Moacir convidou todos os comunicadores presentes a subirem ao presbitério, abençoou cada um deles e entregou-lhes a mensagem do Papa Francisco para este 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

Em sua mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco afirma que as “fakenews” — notícias falsas — são um tema a ser refletido. De acordo com o Santo Padre, estas “notícias” verossímeis — aquilo que parece intuitivamente verdadeiro, mas não é — são capazes de chamar a atenção dos leitores, apoiadas sobre estereótipos e preconceitos generalizados, e explorar emoções como ansiedade, desprezo, ira e frustração. A difusão destes conteúdos falsos acontece em sua maioria pelas redes sociais, onde ganham visibilidade e tornam seus danos irreversíveis.

As notícias falsas, que segundo Francisco visam objetivos prefixados — como influenciar opções políticas e favorecer lucros econômicos —, devem ser erradicadas em uma corrente de conscientização das pessoas que interagem a partir deste tipo de conteúdo. Para o Pontífice, as “fakenews” geram ambientes digitais de confronto, de descrédito do outro, que passa a ser visto como um inimigo. Uma demonização, que de acordo com Francisco, pode fomentar conflitos.

Diante deste drama da desinformação que gera, segundo o Santo Padre, intolerância, arrogância e ódio, o Papa afirmou que as “fakenews” seguem a “lógica da serpente”, citada na narração do pecado original como figura de confusão e tentação para o homem e para a mulher. “Este episódio bíblico revela assim um fato essencial para o nosso tema: nenhuma desinformação é inofensiva, antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas. Mesmo uma distorção da verdade aparentemente leve pode ter efeitos perigosos”, advertiu o Pontífice.

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