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Bastidores

Por A.C. Camargo

Mudando a rotina de assuntos abordados na abertura da coluna, não vamos comentar hoje sobre política ou acontecimentos que marcam o dia a dia da cidade e da região. Aqui vai um pouco de saudosismo. No final dos anos de 1950 e começo dos de 1960 o Brasil vivia uma fase dourada em suas atividades esportivas, no futebol, no tênis e no boxe. Em 1958 finalmente o time Canarinho chegou à conquista de um título mundial, apagando a decepção que fora a Copa de 1950. Nos ringues, Éder Jofre se impunha pela técnica e pela coragem conquistando importantes vitórias e os títulos mundiais dos pesos galo e pena. Chamado de Galinho de Ouro até hoje é considerado um dos melhores pugilistas de todos os tempos.

A bailarina

E no tênis, Maria Esther Bueno conquistou 19 Grand Slam. Foram sete títulos de simples, onze de duplas e um em duplas mistas. Nascida em São Paulo no dia 11 de outubro de 1939, Maria Esther tinha apenas 19 anos em 1959, quando se sagrou campeã pela primeira vez em Wimbledon e no US Open, que na época era disputado sobre as quadras de grama de Forest Hills. Pela sua graça, beleza e leveza nas quadras foi apelidada de A Bailarina.

Adeus

Ela morreu aos 78 anos, nesta última sexta-feira, (8) no Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Sobre ela assim se expressou no Painel do Leitor da Folha de S. Paulo de domingo o admirador Walter Neves, morador da capital: “Maria Esther Bueno nos deixou. Ela não tinha esse direito”.

Nó apertado

O jornal O Globo divulgou na semana passada que César Mata Pires Filho, herdeiro da OAS, divulgou uma lista de personalidades políticas que foram presenteados com garrafas de vinho de alta qualidade e preço e gravatas finíssimas. E na relação, entre muitos, consta o nome do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, segundo relato do jornalista Rogério Castro, do Diário da Região.

Rebate

Aloysio, que é senador licenciado e não vai concorrer à reeleição neste ano, rebateu veementemente que teria feito intervenção em favor da empreiteira na construção do Rodoanel em São Paulo. Ele considera ridículas as insinuações.

E tem mais

Ainda sobre o Rodoanel, outro nome da região foi citado por irregularidades na construção desse empreendimento do governo paulista, o votuporanguense Laurence Casagrande Lourenço, que até pouco tempo foi secretário dos Transportes e presidiu a DERSA, responsável pela obra em questão. A reportagem é da revista Veja, em sua edição desta semana.

Nada a ver

A respeito das acusações, Lourenço refutou a matéria em seu espaço no facebook, cujo texto foi publicado na edição de domingo (10) por este Diário, que também tornou público o teor da reportagem da revista Veja. “Reitero minha indignação com uma reportagem que não se deu ao trabalho de buscar meus esclarecimentos de forma adequada”, é o que diz Lourenço em trecho de seu esclarecimento.

Coisa & Tal

Dos quatro paulistas que disputam o Brasileirão apenas o São Paulo fez bonito. Corinthians e Palmeiras empataram e o Santos, bem o Santos segue morro abaixo.

Entre aspas

Do ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes sobre presentes que teria recebido da empreiteira OAS:

– A ideia de que eu teria favorecido a OAS na renegociação do contrato do Rodoanel em troca de algumas garrafas de vinho é simplesmente ridícula. A OAS não foi beneficiada.

Além disso, verifique

Ajoelhar e rezar. N. Senhora, seja agora a nossa Padroeira

MARLI GONÇALVES – Nossa Senhora Aparecida, encarecidamente rogo para que faça valer suas consagrações e …

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