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Crônica sobre uma eliminação anunciada

DE TRIVELA –

A semana começou com uma dúvida cruel.

Após a vitória sofrida sobre o México e com a partida definida para as 15 horas contra a Bélgica, meu dilema era definir se sairia para viajar antes ou depois do jogo.

Confesso que demorei uma eternidade para resolver, mas pela distância a ser percorrida de mais de 500 quilômetros, resolvi encarar uma nova experiência em Copas do Mundo.

Ansioso que sou, dormi pouco na noite anterior e já pela manhã indo para o trabalho vestido com a camisa canarinho, tentei imaginar aquela que poderia ser a vitória brasileira contra os Diabos Vermelhos do país do chocolate e da cerveja tão bons quanto sua seleção nacional.

A confiança existia, mas por outro lado um medo que me remetia ao fatídico 7 a 1 de 2014 insistia em martelar a mente que projetava o duelo contra França na próxima terça-feira.

Como de praxe, acompanhei pelo rádio o pré – jogo com antecedência e à medida que o horário da partida se aproximava, os batimentos cardíacos aumentavam num ritmo proporcional ao desejo de vitória.

No início a transmissão estava limpa e clara e naveguei pelas inúmeras emissoras que faziam a transmissão para acompanhar as diferentes opiniões que ao final se igualavam na certeza da vitória da equipe brasileira. O grande problema é eu conforme o ônibus seguia no sentido interior, a qualidade caía e fiquei durante os 90 minutos numa batalha para tentar acompanhar aquele que seria o último suspiro brasileiro em terras russas. E sim, foi exatamente isso que aconteceu e eu não vi o jogo. Apenas ouvi a derrota brasileira.

Tudo oque aconteceu no jogo foi apenas o fruto de um trabalho de preparação excelentes que se traduziram em uma confiança que há tempos não se via, e a grande maioria acreditava que mesmo jogando um futebol medíocre, a equipe poderia crescer nas fases decisiva. Ledo engano.

Tudo o que seria dito sobre uma eliminação precoce de um time que simplesmente não merecia vencer, já estava na gaveta e está sendo publicado e anunciado aos quatro cantos do mundo nesse exato momento.

A famosa caça às bruxas se tornaria uma oportunidade para preencher as linhas de um texto que sinceramente eu gostaria de não escrever.

E os inúmeros motivos do fracasso da nossa seleção…

Todos nós sabemos.

Não existe apenas um culpado.

Aos antis, agora felizes…

Abraços do tamanho da minha paixão pelo maior esporte do planeta.

Jefferson Camargo é jornalista, colaborador deste Diário e hoje, um cara triste.

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