Powered by free wordpress themes

Home / Geral / Qual a diferença entre semi joia e bijuteria?

Powered by free wordpress themes

Qual a diferença entre semi joia e bijuteria?

Produtos diferem na durabilidade e qualidade dos materiais utilizados.

Anéis, pulseiras, brincos, colares. Todos esses acessórios têm algo em comum: compor um estilo e dar mais visibilidade a um determinado look. Quando você se depara com esses itens, bate aquela dúvida: qual a diferença entre semi joias e bijuterias? É crucial saber o que as difere, caso você não tenha a oportunidade de comprar uma joia, por causa do alto preço.

As principais diferenças estão nos materiais utilizados, na qualidade e na durabilidade. As semi joias, apesar de não possuírem 100% dos componentes de uma joia, recebem um banho de materiais nobres, como ouro, paládio e prata. O processo de fundição é igual à confecção de uma joia com ouro maciço, por exemplo. Elas passam por um processo cuidadoso, com acabamentos finalizados com lixas, o que faz com que sejam ainda mais lisas do que as bijuterias.

O brilho e a qualidade desses acessórios também costuma ser maior. Eles também possuem atestado de garantia e procedência, ao contrário das bijuterias. Pedras como as zircônias (que imitam o diamante) e as pérolas, no caso das semi joias, são cravejadas com o próprio metal, o que faz com que elas não caiam durante o uso. Quanto mais camadas de folheamento de metais nobres a semi joia tiver, mais resistente e cara ela será.

As bijuterias também são réplicas de joias originais. Mas, diferentemente das semi joias, não possuem garantia a oxidação e são pintadas para se parecerem com metais como ouro e prata. Por esse motivo, não são banhadas com esses materiais. São mais baratas do que as outras categorias, mas o custo/benefício das semi joias é maior, pela durabilidade e procedência dos materiais.

 

Problema de saúde

 

As bijuterias podem oferecer riscos à saúde, outro motivo pelo qual as peças estão em meio a debates em torno da regulamentação dos materiais utilizados. Para confeccionar essas peças, normalmente são utilizados componentes químicos nocivos como cádmio, níquel e chumbo, que podem causar alergias e são altamente tóxicos. Eles são utilizados porque são mais maleáveis e brilhantes. O uso dessas substâncias químicas, de acordo com normas norte-americanas e europeias, deve ser menor do que 0,1%.

 

Caso brasileiro

 

Em 2016, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) estabeleceu limites para a presença de metais pesados na fabricação e importação de joias e bijuterias aqui no Brasil. As concentrações máximas são de 0,01% do metal presente para contato com o corpo de cádmio e 0,03% de chumbo, em peso, respectivamente, para cada produto analisado.

Na época, o chefe da Divisão de Articulação Externa e Projetos Especiais do órgão, Gustavo Kuster, disse que a medida visa impedir a entrada de produtos irregulares e que possam trazer riscos à saúde da população. As análises feitas em laboratório pelo Inmetro não detectaram, no entanto, riscos à saúde dos indivíduos nas concentrações dos metais encontrados em amostras coletadas no mercado e também da Receita Federal, nos portos do Rio de Janeiro e de Santos.

A norma abrange bijuterias e joias de uso adulto ou infantil, contas metálicas e componentes metálicos para fabricação de peças de joalheria; artigos de joalheria e de bijuteria metálicos, como acessórios para o cabelo; pulseiras, colares e anéis; piercings; relógios de pulso e outros adornos para os pulsos; abotoaduras e brincos.

A medida, portanto, é preventiva, e não corretiva. A preocupação maior é com produtos vindos da China e do Oriente Médio. Muitas bijuterias são provenientes desses locais, o que faz com que elas possam despertar ainda mais desconfiança sobre os produtos químicos utilizados.

Se você tem problemas de alergia, antes de usar esses acessórios, procure um médico para saber se você pode ou não fazer uso desses produtos, independentemente de serem bijuterias, joias ou semi joias. Pesquise em vários locais e evite comprar produtos de procedência duvidosa. O ideal é analisar o custo/benefício das peças, a durabilidade do produto, garantia, entre outros fatores para fazer uma boa aquisição.

Além disso, verifique

ACV realiza encontro voltado para empresários

Interessados devem se inscrever gratuitamente por meio do site: em www.acvnet.com.br. A ACV promoverá no …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.