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Religiões – A Palavra de cada uma

 

Movimento internacional de paz pela fé.

O CAMINHO DO SUCESSO É PARA TODOS.

   O sucesso vem do seu talento colocado em ação. A vontade própria colocada em ação, pouco ou nada rende frutos.

Água parada perde a pureza, a inercia da mente é que esgota as suas forças. Mel também azeda, febre também cura e fugir também requer coragem. Encontramos Deus nos passos que damos, e não no fim da jornada.

Venham conhecer a Seicho-No- Ie Núcleo de Votuporanga SP.

Reuniões todas as Segundas Feiras as 20:00h

 Rua Dos Catequistas 4040,

Jardim Estela Parque. Muito Obrigado!                                                                                

Mais informações 17 997526043

 

IGREJA CATÓLICA

DOMINGO LITÚRGICO

“17º Domingo do Tempo Comum” – Ano B

 

Nos próximos domingos a liturgia nos reserva o Evangelho de João como reflexão central. O capitulo sexto vai nos ajudar a aprofundar a fé na Eucaristia. O capítulo começa com a multiplicação dos pães, e continua na sinagoga de Cafarnaum com o sermão sobre o pão da vida, que é o próprio Jesus, terminando com o sacramento da Eucaristia, que torna o conjunto todo eucarístico. Se pudéssemos resumir o conteúdo da liturgia de hoje poderíamos dizer: “Daí vós mesmos de comer”

 

Primeira Leitura (2Rs. 4,42-44): O texto narra a multiplicação dos pães. O profeta Eliseu recebeu de presente vinte pães e ordenou que fosse distribuído ao povo – cem pessoas – para saciar a fome. Mesmo sendo poucos os pães matou a fome de todos e ainda sobrou. Eliseu homem de Deus ensina a partilhar o que Deus criou para todos. Tudo isso foi escrito para ensinar que Deus em sua bondade não se esquece de suas criaturas e providencia para todos os alimentos.

 

Segunda Leitura (Ef. 4,1-6): O tema central desta leitura fala dos cristãos à serviço da unidade. O texto foca a prática cristã, onde a unidade da comunidade cristã provém da união existente na Trindade que age na história para o bem de todos. Trabalhar pela unidade dos cristãos é prolongar a ação da Trindade na história.

 

            Evangelho (Jo. 6,1-15): Também o Evangelho fala da multiplicação dos pães a exemplo da primeira leitura. Jesus se preocupa com a fome do povo e ao atravessar o mar da Galiléia sacia a multidão que o esperava. A grande mensagem que João quer passar de forma simbólica – a multiplicação dos pães – é com respeito ao mundo novo que Jesus quer. Isto é, que ninguém sofra. No momento em que a multidão foi a procura de Jesus e chegando ao anoitecer a pergunta era: Como alimentar tanta gente? Jesus entra em cena e realiza a multiplicação dos pães e peixes para alimentar a todos.

 

Mensagem: Numa comunidade cristã, ricos e pobres, opressores e oprimidos, todos se encontram para celebrar a Eucaristia, o Dom que por excelência Deus concede a todos, indistintamente. Mas, um grande questionamento nos traz a liturgia da palavra neste domingo quando na primeira leitura e no Evangelho fala em matar a fome do povo. O profeta Eliseu e Jesus – cada um em seu tempo – se preocuparam com os famintos. Hoje como nos preocupamos com os famintos? Como temos agido? O que podemos fazer?

 

O grande projeto de Jesus de justiça que é igualdade para todos mais do que nunca está precisando de adeptos com coragem de arregaçar as mangas e trabalhar. O povo precisa de comida, mas também de segurança, trabalho, moradia, educação, saúde, dignidade… Com Jesus e o profeta Eliseu o povo teve a fome saciada. Hoje o nosso povo é obrigado a enfiar “guela” abaixo para digerir os políticos e suas lambanças, suas faltas de compromisso e interesses particulares ou em nome de grupos que os elegeram.

 

Quando nos reunimos na mesma fé no Senhor, sob a benção do mesmo Pai então não pode haver diferenças e privilégios. A unidade dos cristãos anunciada por Paulo na segunda leitura deve ser a nossa bandeira, pois cristão não pode deixar que cristão mutile cristão. Assim, todos comerão o mesmo pão e poderão se saciar com fartura como fez Jesus com a multidão. A paz é fruto da justiça, é uma exigência da comunhão. Jesus é o verdadeiro pão da vida, que quis permanecer entre nós de forma sacramental de pão e vinho. Ao recebermos a Sagrada Eucaristia entramos em comunhão com o Senhor da vida e não com a morte. Portanto, somos chamados a gerar vida nova por Jesus, com Jesus e para Jesus que está em cada irmão faminto de comida ou qualquer outra necessidade. Façamos a nossa parte!

 

José Carlos Quatrini

   Pastoral Familiar

Paróquia Santa Luzia

 

Coluna Espírita

 

ONTEM A AGRESSORA, HOJE A VÍTIMA

WALAC

A senhora Claudia procurou o Centro Espírita em busca de ajuda. Sua filha Norma, de apenas 17 anos de idade, já havia tentado o suicídio por três vezes. Percorreu  consultórios médicos, tratamento psicológico, psiquiátrico sem qualquer resultado prático. A jovem insistia em dizer que não tinha razão alguma para viver, tinha um comportamento estranho  e que ao completar 18 anos colocaria fim a sua vida.

Narrava seu drama entre lagrimas e lamentações, num profundo desespero, pois que não vislumbrava uma forma de socorrer a filha amada.

Acolhida fraternalmente no reduto da Casa Espírita, recebeu carinho e atenção. A ela foi orientado que junto com a Norma passasse a frequentar palestras e a tomar passes, e, dentro do possível, que participassem dos escudos evangélicos e doutrinários sob a ótica da Doutrina Espírita.

As duas aceitaram o aconselhamento.

Pouco tempo depois, na sessão mediúnica realizada semanalmente pelo Centro Espírita, um irmão desencarnado se apresentou raivoso e agressivo.

– Estou com  muito ódio de vocês. Agora ela é uma coitadinha, jovenzinha ingênua que precisa de socorro, pobre criatura, como esta sofrendo. Todos penalizados com o seu drama. Não conhecem a víbora que estão acariciando.  Interessante, quando ela articulou aquela trama contra mim vocês não estavam lá para me defender. Deus também não estava, então o caminho permaneceu aberto e livre para que ela fizesse o que bem entendesse. Eu os odeio e se não a deixarem eu e meus aliados vamos agredi-los também.

– Calma, meu irmão, interveio o orientador daquelas ações mediúnicas. Estamos aqui para ajuda-lo e para socorrer você também, pois estamos registrando seu sofrimento, a sua dor…

– Agora! Agora é tarde e ela está em minhas mãos e não vou deixa-la por nada neste mundo.

– Não é assim que resolvemos nossos problemas, meu irmão, a vingança é uma ação que mais fere ao que executa do que a vitima. Queremos ajuda-lo também…

– Se querem mesmo me ajudar deixe que vá embora,  pois tenho muito o que fazer com ela. Pensa que é fácil ser traído pela criatura que você mais ama. Eu era um jovem muito rico. A morte de meu pai muito cedo, deixou-me uma fortuna incalculável. Éramos eu e minha mãe. Ela surgiu em minha vida, também jovem, bela, atraente e eu me apaixonei. Minha mãe com a sensibilidade que todas as mães possuem, me advertia, sobre os perigos que corria. Ela percebeu e eu não  as intenções daquela jovem. Casamo-nos e algum tempo depois, em viagem junto com dois cunhados, transportando uma quantia grande de dinheiro, fomos comprar outra propriedade. Essa foi minha ultima viagem, assassinaram-me.

Ela herdou tudo, jogou minha mãe nos últimos cômodos da casa e a tratou como uma indigente, até seus últimos dias.

Eu a amava profundamente. Agora, vou leva-la ao suicídio. Quase consegui, falta bem pouco. Eu a trarei para junto de mim, então, ela conhecerá a minha vingança. Não tenho Razão? Eu a amava…. eu a amava…

Entre ódio, dor e desespero o nosso irmão caiu num choro profundo…

– Meu irmão… você não a amava, você a ama ainda. Vamos mudar a direção da sua força e com a ajuda de Deus criaremos outras perspectivas. Vamos ajudar a sua amada a reequilibrar-se, e então, daqui a algum tempo melhor ajustada poderá voltar para você, com propostas sadias.

– Nosso irmão continuava a chorar  evidenciando cansaço, fadiga e desolação. Então foi possível com preces e vibrações atingir seu coração, irradiar sobre sua mente, criando condições para um socorro mais efetivo. Nesse instante, mais calmo, conseguiu ver sua mãe ao seu lado e abraçando-se a ela aceitou o socorro proposto.

 

 

Passado algum tempo, em conversa com a senhora Claudia, ela confidenciou que  Norma obteve melhora significativa e que não mais havia falado em suicídio.

Ambas continuam frequentando as atividades do Centro Espírita. Obviamente, se perseverarem, paulatinamente, solucionarão tal pendência.

Dentro da lei de causa e efeito, ação e reação, a agressora de ontem enquadrada como vítima de hoje e o evangelho de Jesus atuando em favor de todos.

 COLUNA Evangélica

Resista as perseguições

 

Atos 4.2 “Eles ficaram muito aborrecidos porque os dois apóstolos estavam ensinando ao povo que Jesus havia ressuscitado e que isso provava que os mortos vão ressuscitar”.

 

Nosso mundo é cheio de desequilíbrios e injustiças. Enquanto numa cidade há mansões suntuosas, com jardins esplêndidos, há também favelas sem nenhum saneamento, com esgotos a céu aberto exalando um odor insuportável. A história revela que fazemos parte de uma natureza de predadores. O homem é lobo do homem. Homem engolindo homem. Desde o início da humanidade, os humanos convivem com as injustiças sociais, violências, fomes e doenças. O sonho de uma sociedade ideal, pacífica, livre e fraterna, com abundância de víveres sempre acompanhou a humanidade. Além da miséria material, a miséria espiritual também acompanha o homem. Povos que sacrificam pessoas porque não se rendem aos seus deuses. Apesar de não vivermos essa realidade, podemos fazer parte de uma comunidade ou grupo com forte opressão espiritual. Assim enfrentamos críticas de familiares, zombarias de amigos, colegas de trabalho que tentam nos levar para caminhos que não nos agradam mais. Perseguições acontecem. Pedro e João que o digam!

Eles haviam curado um aleijado de nascença na porta do Templo chamado Formosa. Agora estavam ali diante das autoridades sendo indagados por tal ato. “Pedro e João ainda estavam falando ao povo quando chegaram alguns sacerdotes, o chefe da guarda do Templo e alguns saduceus. Eles ficaram muito aborrecidos porque os dois apóstolos estavam ensinando ao povo que Jesus havia ressuscitado e que isso provava que os mortos vão ressuscitar” (Atos 4.1-2). Os saduceus não acreditavam em ressurreição, mas Pedro cheio do Espírito Santo continuou: “Autoridades e líderes do povo! Os senhores estão nos perguntando hoje sobre o bem que foi feito a este homem e como ele foi curado. Pois então os senhores e todo o povo de Israel fiquem sabendo que este homem está aqui completamente curado pelo poder do nome de Jesus Cristo, de Nazaré, aquele que os senhores crucificaram e que Deus ressuscitou” (Atos 1.8-10). Dessa vez Pedro não teve medo. Enfrentou com coragem àqueles que o desafiavam. Tinha certeza de que estava no caminho certo. Não estava mais preocupado com a perseguição ao se entregar a Cristo. “Como vocês serão felizes se tiverem de sofrer por fazerem o que é certo! Não tenham medo de ninguém, nem fiquem preocupados. Tenham no coração de vocês respeito por Cristo e o tratem como Senhor. Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que vocês têm” (I Pedro 3.14-15). E nossa esperança é como disse Paulo: “Quanto a mim a hora já chegou de eu ser sacrificado e já é tempo de deixar esta vida. Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé” (II Timóteo 4.6-7). Agora ele aguardava o prêmio da vitória. Resista as perseguições e chegue lá!

A graça seja com todos. Amém!

Antonia Vieira de Lima Oliveira 1ª Igreja Adventista da Promessa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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