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Exposição- Artistas da Nossa Terra

A exibição acontece de segunda a sexta-feira, das 12h às 17h no saguão do Teatro Municipal de Fernandópolis

Segue em exibição no Teatro Municipal de Fernandópolis a exposição “Artistas da Nossa Terra”, que reúne as obras de quatro artistas de Fernandópolis, Durval Ramalholi, Marcelo Guedes e a Família Loverde. São esculturas de todos os estilos e projetos que remontam as experiências de cada um dos artistas de suas relações e interações com o mundo.

A exposição faz parte do projeto “Ver Arte”, promovida pela Secretária de Cultura e consiste na realização e exibição de oficinas de artes através do trabalho da professora e artista plástica, Dagmar Souza. No projeto os alunos aprendem não só sobre as cores em tela, mas sobre a História da Arte, os diversos suportes e também desenvolvem sua própria forma de expressão.

Além do curso, os alunos participaram de workshop onde trocaram informações e conheceram novas técnicas e materiais utilizados pelos artistas plásticos locais que participam da exposição na Biblioteca Municipal, como a que está em exibição. Pelo saguão do Centro Cultural já passaram fotógrafos, artistas plásticos, desenhistas, músicos, compositores entre outros artistas de vários segmentos de arte.

Serviço:

A exibição das esculturas começou nesta semana e segue até o dia 20 de setembro. Os horários de visitação acontecem de segunda a sexta-feira, das 12h às 17h no saguão do Teatro Municipal de Fernandópolis

Conheça os Expositores

Onivaldo Loverde

Onivaldo também seguiu os passos do pai e herdou não apenas genes, mas a habilidade e a paixão pela escultura.  Ele talha pedra sabão, argila, concreto celular.

Onivaldo Loverde é autodidata, desenhista, pintor, escultor, gliptográfico. Natural de Fernandópolis, desde 1976 milita no campo das artes, predominantemente no desenvolvimento do trabalho de escultura.

Os instrumentos, além do velho canivete, são o formão-goiva, o formão chapado, a lixa, a grosa e a enxó. As madeiras prediletas do escultor são a aroeira, o cedro, o mogno, madeira de abacate e a cerejeira.

Pedro Loverde

Nascido em Potirendaba (SP) em 1925, filho de um italiano da Sicília e de uma descendente dos índios caigangues, aos seis meses a família o levou para Araçatuba. Pedro cresceu trabalhando na lavoura, mas sempre achava tempo para fazer seus trabalhos em madeira.

Com um estilo considerado “primitivista”, a temática da obra dos Loverdes vem da observação das coisas do campo, como carros de boi e animais. O folclore também é retratado em suas obras, como a Folia de Reis e as lendas do interior do Brasil.

Na década de 70, foi um dos artistas a expor no Salão de Arte da Semana Universitária de Fernandópolis, então já ao lado do filho, Onivaldo.

Durval Ramanolli

Natural de Brasitânia, enveredou-se nas artes em 2015, logo após se aposentar das salas de aula. Atuou como escritor até o termino de seu livro, em seguida, mergulhou nas artes plásticas e esculturas. Durante sua luta contra uma doença crônica, manteve sua força de vontade e a direcionou em cada talho e pincelada de suas obras. Os cajados remontam sua luta no apego em viver cada dia mais.

Marcelo Guedes

Difícil de acreditar que com materiais descartáveis é possível fazer belas esculturas decorativas. Pois é com esse material que o artista plástico Marcelo Guedes elabora suas esculturas e remonta parte da cultura afro brasileira.

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