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Vargas não teve dificuldades para se eleger em 1950

 

 

 

Marcadas como a segunda eleição presidencial após o fim do Estado Novo, as Eleições de 1950 nos revelam o quadro de uma democracia que ainda caminhava em passos muito tímidos. Entre 1930 e 1945, a ação populista de Getúlio Vargas havia feito com que os partidos políticos, agremiações sindicais e a renovação das lideranças políticas se enfraquecessem. Nesse vazio criado, Vargas consolidou a imagem de um líder carismático e defensor dos interesses populares.

Chegando em 1950, os partidos políticos apresentavam poucas ou nenhuma opção para a escolha de um nome que pudesse concorrer às eleições com reais chances de vitória. O Partido Social Democrata (PSD), ao qual o presidente Dutra era filiado, apresentou a figura do desconhecido político mineiro Cristiano Machado. Por outro lado, a União Democrática Nacional (UDN) representava ainda mais a carência de líderes ao repetir a candidatura do brigadeiro Eduardo Gomes.

Nesse contexto, Getúlio Vargas encontrou o cenário ideal para que retornasse ao posto do qual havia sido deposto. Abraçando a legenda do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Vargas saiu em campanha aproveitando da ainda consistente base de lideranças populares e sindicais que lhe dedicavam amplo apoio. Paralelamente, utilizava seu amplo poder de barganha para garantir apoio dos líderes do PSD e, assim, também trazer os votos oriundos do campo e dos pequenos centros urbanos.

A unanimidade de Vargas só era relativamente ameaçada pela carismática e paternalista figura de Ademar de Barros, então governador de São Paulo e liderança principal do Partido Social Progressista (PSP). Observando tal ameaça política, Vargas logo tratou de negociar o apoio de Ademar naquele colégio eleitoral. Em troca desse favor, Getúlio Vargas prometeu a Ademar de Barros que o apoiaria nas próximas eleições presidenciais.

No dia 3 de outubro de 1950, os cidadãos foram às urnas e confirmaram a vitória de Getúlio Vargas com 48% dos votos válidos. Eduardo Gomes obteve distantes 29% dos votos e o desconhecido Cristiano Machado ficou com pouco mais de 20%. De tal forma, Vargas retornava ao Poder Executivo “nos braços do povo”, com o apoio e o prestígio criados ao longo de décadas. (Por Rainer Sousa – Mestre em História)

 

 

O inesquecível Dr. Gerosa

(Foto arquivo familiar Corina Torres Gerosa Gomes)

 

 

Carnaval de Votuporanga, 1953. O médico Miguel Gerosa, um dos fundadores da Santa Casa em 1950, se diverte de marinheiro com serpentina na mão. No carro, o Juiz de Direito da época,  Dr. Macedo  e a menina na frente do Magistrado: Corina Torres Gerosa Gomes, filha do Dr. Gerosa.

Sempre de bom humor, o Dr. Gerosa passou parte de sua vida no ambulatório da Santa Casa atendendo as pessoas de baixa renda. Gerosa participou ativamente da vida da cidade tendo inclusive sido vereador em 1963, além de ter participado da fundação do Rotary Club de Votuporanga

 

 

Colação de Grau no Cine Votuporanga

(Foto arquivo familiar Corina Torres Gerosa Gomes)

 

Colação de grau da 4ª serie do Ginásio (Escola Manoel Lobo). Local Cine Votuporanga: na primeira fila Aurea, Corina Gerosa (…); na segunda fila Rosemary, Regina Celia, (…) Silva Salgado (… Itagiba)

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