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Esperançar, mas a partir de agora em ação

Daniel Carreira Filho *

 Após vivermos a mais incomum das eleições em nosso país, ainda bem que a temos em um ambiente democrático, nos veio à mente uma colocação muito precisa e adequada a este nosso momento histórico que o professor Mário Sérgio Cortella, sabiamente, cunhou.

“Não confundamos esperança do verbo esperançar com esperança do verbo esperar.

Violência? O que posso fazer? Espero que termine…

Desemprego? O que posso fazer? Espero que resolvam…

Fome? O que posso fazer? Espero que impeçam…

Corrupção? O que posso fazer? Espero que liquidem…

Isso não é esperança, é espera.

 

Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo”.

 

Ao longo do processo que vivemos neste período eleitoral foi possível constatar que muitos de nós nos manifestamos e ouvimos nossos pares “tagarelando” sobre as perspectivas que cada um de nós tinha e têm para o Brasil após as eleições. Não vamos, aqui, buscar defender ou atacar qualquer das partes envolvidas, especialmente no segundo turno das eleições. A baixaria dos debates e o excesso de mentiras, ataques, ofensas e desmedidas atitudes que não se coadunam com a de um estadista, especialmente em um ambiente democrático que conquistamos e desejamos manter, está findada, esperamos.

Agora, como coloca o professor Cortella é hora de não esperar, mas sim, e principalmente, de fazer acontecer. Acontecer a mudança, o crescimento, a escola, a educação, a saúde, a vida intensa e prazerosamente vivida.

Podemos lembrar da música de Geraldo Vandré, não é? Que tal?

 

Para Não Dizer Que Não Falei Das Flores

 

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção

 

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando

Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão

 

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

 

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição
De morrer pela pátria
E viver sem razão

 

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

 

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não

 

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição

 

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

 

Daniel Carreira Filho – Diretor Acadêmico da Faculdade Futura

 

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