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A nova técnica permite maior mobilidade do punho e da mão após o procedimento, além de preservar a via radial para procedimentos futuros

Médico da região cria técnica cirúrgica inédita

 

                                                                             O cardiologia intervencionista Luiz Antonio Gubolino, do AUSTAcor, de Rio Preto

Artigo científico, cujo um dos autores é o cardiologia intervencionista Luiz Antonio Gubolino, do AUSTAcor, de Rio Preto, ganhou as páginas da revista americana Journal of Cardiovascular Diseases & Diagnosis, uma das publicações de maior prestígio no mundo na área da cardiologia intervencionista.

O artigo é intitulado “Procedimentos Coronários Diagnósticos e Intervencionistas pela Artéria Radial Distal no SnuffBox Anatômico: Uma Análise do Mundo Real”. Ele trata desta nova técnica, na qual o médico punciona a artéria radial próxima ao dedo polegar do paciente para introduzir cateter para realizar tanto procedimentos diagnósticos (cateterismo cardíaco) quanto terapêuticos (angioplastias com implantes de stents).

Para Dr. Gubolino, a publicação demonstra a excelência da medicina brasileira, em particular, praticada no interior do Estado de São Paulo.

No artigo, Dr. Gubolino e os médicos João Felipe Barros De Toledo, Pablo Tomé Teixeirense, Antoninha Marta LA Bragalha e Idiberto José Zotarelli Filho demonstram que a técnica Snuff Box oferece mais benefícios do que o exame convencional, feito através da região da virilha. Esta técnica é muito útil em pacientes que necessitam de cateterismo cardíaco e já realizaram revascularização do miocárdio com uso da artéria mamária esquerda. “A introdução do cateter na região da virilha resulta em limitação do paciente após o exame, tendo ele que ficar em repouso por, no mínimo, três horas após o procedimento, além do maior risco de complicações no local da punção, como sangramentos e hematomas”, explica Dr. Gubolino.

Já a nova técnica permite maior mobilidade do punho e da mão após o procedimento, além de preservar a via radial para procedimentos futuros. “Como fazemos a punção no dorso da mão, evitamos qualquer risco de complicação isquêmica, uma vez que a irrigação fica preservada pelo arco palmar”, pontua o cardiologista do AUSTAcor. A punção é feita exatamente entre o dedo polegar e o indicador, num espaço chamado tabaqueira anatômica ou “snuff box”. Origina-se daí o nome da técnica, Snuff Box.

Dr. Gubolino faz questão de destacar os benefícios oferecidos pela nova técnica para o paciente e para o médico. “Por serem feitos através da mão, os procedimentos diagnósticos e, principalmente, os terapêuticos oferecem menor risco de complicações vasculares. Nesta nova técnica, tão logo terminou o procedimento, o paciente já pode mover a mão e ter alta hospitalar no mesmo dia. Nos tratamentos, é chamada angioplastia ambulatorial, que não requer internação”.

 

 

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