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SMA- Sincronismo Metamórfico Adaptável

Gastronomia –

 

Por Juarez Duarte Paes Jr. –

Há cinco anos eu escrevi um artigo que comparou a dinâmica da Gastronomia ao funcionamento de uma engrenagem, dando ênfase a complexidade do processo para produzir um produto final com ares de obra de arte.

A crise econômica atingia o seu ápice, mas, a gastronomia continuava a se desenvolver como se  na estivesse acontecendo em todos os seus níveis, funcionava no geral como um relógio na plenitude da regulagem e perfeito encaixe das suas engrenagens.

Lembro que abri o texto assim:

Voltando ao tempo das catracas e coroas dentadas, que continuam sendo fundamentais para o funcionamento de pequenas e grandes engrenagens, principalmente quando se tratava de motores e creio que o serão por muito tempo ainda, lembro que as de um relógio antigo de corda  era o exemplo mais utilizado.

Quando ainda fazia parte do grupo de garotos das divisões de base do Vasco da Gama/RJ (1973), um dos professores sempre lançava mão deste exemplo para nos dar a real noção do que pensava sobre o time ideal, uma engrenagem que funcionasse em perfeita sintonia começando pela  nossa casa, passando pela escola, funcionários do clube, instrutores, vestiário, comissão técnica, jogadores e torcida.

Hoje tenho certeza absoluta que assim também o é em todos os setores da vida e da sociedade de forma geral, e, principalmente no ramo profissional.

A Gastronomia é um desses setores que possui uma engrenagem extremamente complicada, a qual, também começa na casa dos colaboradores e se completa no degustar do cliente final.

É formada por um complexo e numeroso conjunto de fatores, pois, depende da combinação perfeita destes para proporcionar a satisfação do comensal com um produto de excelência, assim como o serviço que irá colocá-lo no alto do pedestal.

Comida de qualidade não depende apenas do cozinheiro, que talvez seja o elemento mais simples da equação geral,  muito importante sem a menor sombra de dúvida, mas, que depende de uma série fatores, sem os quais, não obterá o sucesso almejado.

Não importa o tamanho da catraca ou coroa, é preciso que todas funcionem em sincronia e no tempo certo, seja em um motor, máquina de relógio, restaurante, família, equipe esportiva ou qualquer outra estrutura que necessite de mais de um elemento para produzir efeito ou produto palpável.

Quando depende da ação humana, seja na família, na rua, no bairro, no município, no estado, no país, no continente, no hemisfério, no mundo e, quiçá, no universo se houver outra raça semelhante a nossa, a probabilidade de existirem engrenagens perfeitas passa a ser ínfima.

Não importa o tamanho da catraca ou coroa, é preciso que todas funcionem em sincronia e no tempo certo, seja em um motor, máquina de relógio, restaurante, família, equipe esportiva ou qualquer outra estrutura que necessite de mais de um elemento para produzir efeito ou produto palpável.

É importante atentar para tudo isso, pois, no Brasil ainda estamos em processo de ocupação gastronômica com a invasão de Chefs e a filosofia dos grandes centros e casas da alta e média gastronomia mundial.

Todos os dias desembarcam por aqui Chefs franceses, espanhóis, italianos, portugueses, alemães, canadenses, norte-americanos, australianos, russos, indianos, japoneses, peruanos, bolivianos, chilenos, argentinos, uruguaios, enfim, de todas as culturas do Planeta, num processo semelhante as “Entradas e Bandeiras”, ou seja, chegam aos grandes centros e logo uma boa parte começa a se encaminhar para as cidades do interior do nosso imenso território, já que não demoram muito para perceber o enorme potencial gastronômico dos municípios em desenvolvimento, principalmente aqueles com enormes atrativos turísticos, como estâncias ricas em recursos hídricos e outras atrações.

É isso galera, enquanto a maioria dos setores e mercados no Brasil ainda se encaminha para um possível  final de um longo período de recessão a médio e longo prazo, a gastronomia vai com toda a certeza continuar a crescer e a atender públicos de todas as classes, se adaptando a qualquer perfil de cliente, suas  necessidade, exigências ou anseios.

Esse caráter de Sincronismo Metamórfico Adaptável, faz da gastronomia uma das mais poderosas e resistentes engrenagens do Planeta.

 

ISCAS DE FILÉ MIGNON AO MOLHO DIJON:

 

Você vai precisar de: 700 g de filé mignon em iscas; -colheres de sopa de molho inglês; -2 colheres de sopa de manteiga; -6 colheres de sopa de mostarda dijon; -2 colheres de sopa de maionese light; -3 colheres de sopa de creme de leite; -3 colheres de sopa de azeite de oliva extra-virgem; -100 g de queijo parmesão ralado grosso; -sal e p. calabresa qb.

 

Preparo: Tempere os filés com sal e molho inglês e deixe marinando enquanto numa tigela misture a mostarda, o creme de leite, a maionese, o queijo ralado, o azeite, sal e  p. calabresa até obter um creme homogêneo, reserve. Numa frigideira ou chapa aqueça a manteiga e sele as iscas de filés até que fiquem douradinhas, corte algumas fatias de cebola e pimentões coloridos se preferir e passe na chapa juntamente com a carne para finalizar. Passe para um prato branco, espalhe o molho frio por cima, decore com cebolinha picadinha e sirva com pão francês e uma cerveja escura ou bem encorpada.

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